Capítulo 06. Lentes Esféricas

1.3. Comportamento Óptico

Quando um feixe cilíndrico de raios paralelos incide sobre uma lente esférica, esta pode ter dois comportamentos ópticos distintos.





A prática mostra que:

I. Se o material de que é feita a lente for mais refringente do que o meio onde ela está imersa, são convergentes as lentes de bordos finos e divergentes as lentes de bordos grossos.

II. Se o material de que é feita a lente for menos refringente que o meio onde ela está imersa, são convergentes as lentes de bordos grossos e divergentes as lentes de bordos finos.



1.4. Representação de uma lente delgada

Quando os raios de curvatura dos dioptros que constituem a lente forem muito maiores do que a espessura da região central, dizemos que a lente é delgada.


Representação de Gauss

Em geral, o índice de refração de uma lente é maior do que o índice de refração do meio que a envolve. Nessas condições, as lentes de bordos finos são convergentes e as de bordos grossos divergentes. Por isso:




1.5. Elementos das lentes esféricas


I. Focos principais de uma lente

esférica delgada

Façamos incidir sobre uma lente esférica um pincel cilíndrico de luz monocromática paralelo ao eixo principal da lente. Ao ser refratado, a luz emerge ou converge para um ponto, se a lente for convergente; ou diverge de um ponto, se a lente for divergente. Este ponto do eixo principal, em relação ao qual a luz converge ou diverge, é chamado foco principal imagem (Fi).







 



58
  Capítulo 06. Lentes Esféricas 58